E se algo der errado? Nosso plano de resposta a incidente
Ninguém promete que nunca vai acontecer nada. O que dá pra prometer é ter um plano pronto, e ser transparente se algum dia precisar usá-lo.
A resposta direta é: sim, temos um plano formal e documentado de resposta a incidentes de segurança — não escrevemos ele depois que algo desse errado, escrevemos antes, exatamente pra não precisar improvisar num momento ruim.
Achamos importante contar que ele existe, mesmo sem detalhar como funciona por dentro. Isso não é falta de transparência — é o mesmo motivo pelo qual um banco não publica o procedimento exato do cofre: quanto mais detalhe técnico de defesa fica público, mais fácil fica pra alguém mal-intencionado se planejar em volta dele. O que importa pra você não é o mecanismo interno, é o compromisso por trás dele.
O que podemos garantir:
Temos papéis e responsabilidades definidos internamente — todo mundo sabe o que fazer e quem aciona quem, sem precisar decidir isso correndo no meio de um problema.
Mantemos cópias de segurança criptografadas dos nossos dados, guardadas de forma independente da nossa infraestrutura principal — pra não depender de um único provedor pra voltar ao ar rápido, se precisar.
Se algo acontecer que possa gerar risco real aos seus dados, avisamos você — e, quando for o caso, também avisamos a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), conforme exige a LGPD. Sem enrolar, sem esconder, sem esperar vazar pra fora antes de contar.
O que não vamos fazer: prometer que nunca vai acontecer nada. Ninguém pode prometer isso com honestidade — nem banco, nem governo, nem ninguém que lida com sistema conectado à internet. O que dá pra prometer, e cumprir, é estar preparado e ser direto se um dia for preciso usar esse plano.
Se quiser saber mais sobre como protegemos seus dados no dia a dia, temos um post específico sobre isso — é seguro conectar meu banco no askZeca?